







Você sabe qual é a diferença entre:
Investir R$ 100,00 e Dever R$ 100,00 num mesmo período?
Um exemplo dado por um economista, em 2007, demonstra bem essa diferença.
Se um correntista tivesse depositado R$ 100,00 (Cem Reais) na poupança em qualquer banco, no dia 1º de julho de 1994 (data de lançamento do real), teria em 2007, na conta a FANTÁSTICA QUANTIA de R$ 374,00 (Trezentos Setenta e Quatro Reais).
Se esse mesmo correntista tivesse sacado R$ 100,00 (Cem Reais) no Cheque Especial, na mesma data, teria uma pequena dívida de R$ 139.259,00 (Cento e Trinta e Nove Mil e Duzentos Cinqüenta e Nove Reais), no mesmo banco.
Ou seja: com R$ 100,00 do Cheque Especial, ele ficaria devendo 9 Carros Populares, e com o da poupança, conseguiria comprar apenas 3 pneus.
Agora vocês entendem porque os bancos são tão ricos… e a gente cada vez mais pobre.
(Via Gislaine Lima - @agitai_ às 13:00)
As fotos foram tiradas na exposição de carros tunados,
que aconteceu este mês em Las Vegas. Como diriam os cheveteiros:
"As formigas que se abaixem"





























(Via Insoonia - Em pé sem cair deitado sem dormir! de Gleicou Bruno em 22/11/10)


erg quer distribuir o filme nos Estados Unidos - 14/10/2010 11:51Será uma mutação?

Óh coitada!!! AUAHAUHAUHAAHUAH…

O site Disinformation trouxe um post sobre um café temático que fez história em Paris no final do século 19, o le Café de L`Enfer. O lugar era decorado com esculturas e pinturas que sugeriam que o visitante estava no inferno. O porteiro, vestido de Satã, recebia os clientes dizendo: "Entre e seja maldito". Os garçons também trabalhavam usando trajes demoníacos.
Esculturas de demônios enchiam o teto do estabelecimento, que aparentemente ficou aberto até 1952. O relato conta que alguém teve a ideia de abrir um café concorrente vizinho ao infernal, o Le Ciel (O Céu). Isso aconteceu na região de Pigalle, que era o distrito “da luz vermelha” parisiense e ficava perto do famoso Moulin Rouge.
(Fonte: POP)
15 de novembro de 2010 • 22h46 • atualizado em 16 de novembro de 2010 às 00h37
Para poder almoçar com a filha, Dalton Luiz Zappe amarrou o animal, com o tíquete à mostra, em uma placa do estacionamento.
Uma cena um tanto incomum chamou a atenção de motoristas e pedestres que passavam pela Rua Venâncio Aires, em Santa Maria, no começo da tarde desta quinta-feira. Acostumados a disputar espaço com os carros as vagas dos parquímetros, os condutores se depararam com um meio de transporte diferente. Um cavalo estava amarrado a uma placa indicativa do estacionamento pago. E o mais curioso, com um tíquete dos parquímetros, garantindo sua permanência por pelo menos uma hora.
O dono do animal é o aposentado Dalton Luiz Zappe, 56 anos. Morador do distrito de Boca do Monte, ele resolveu vir até a cidade para almoçar com a sua filha, Larissa Zappe, para comemorar seu aniversário.
Apesar de ter comprado o tíquete, Zappe diz ter sido incomodado por outros motoristas.
— Muitos buzinavam querendo a minha vaga, mas eu estava pagando, mostrei o comprovante — justifica.
O Responsável pelo trânsito local argumentou:
" - O problema não é o cavalo estacionado, mas sim que os carro não soltam BOSTA!!! Quem que vai limpar isso merda?!"

